"O Senhor julga os povos; julga-me, Senhor, segundo a minha retidão e segundo a integridade que há em mim. Cesse a malícia dos ímpios, mas estabelece tu o justo; pois sondas a mente e o coração, ó justo Deus." Salmos 7:8-9
quinta-feira, 4 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Versículo do Dia
"Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo da alegria como a nenhum dos teus companheiros." Hebreus 1:9
terça-feira, 2 de abril de 2013
2 de Abril Dia Internacional do Livro Infantil
O 2 de abril foi escolhido para ser o Dia Internacional do Livro para
crianças por ser a data de nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian
Andersen (1805-1875). A denominação "livro infantil" se enquadra às
obras escritas – ilustradas ou não – lidas pelos pequenos. Geralmente inspirada
nas lendas e tradições de folclore dos povos, a literatura infantil engloba
desde os clássicos mundiais às obras apenas ilustradas – sem texto.
Sejam contos de fadas, lendas, fábulas ou histórias de aventuras, mesmo que não tenham sido escritos exclusivamente para as crianças, são classificados como infantis as obras que são lidas e apreciados por elas.
Datam do século XV os primeiros livros impressos, como o “Livro de Boas Maneiras”, do impressor inglês William Caxton (1422-1491). Antes disso, consta que o que se lia para as crianças na Idade Média eram os manuscritos para formação religiosa e as histórias da vida dos santos. Geralmente, preceitos de vida vinham inseridos nas narrativas das fábulas, como nas “Fábulas de Esopo”, que falam do cotidiano, onde os animais têm características dos homens e, satirizando o comportamento destes, transmitem verdades sobre a natureza humana.
Sejam contos de fadas, lendas, fábulas ou histórias de aventuras, mesmo que não tenham sido escritos exclusivamente para as crianças, são classificados como infantis as obras que são lidas e apreciados por elas.
Datam do século XV os primeiros livros impressos, como o “Livro de Boas Maneiras”, do impressor inglês William Caxton (1422-1491). Antes disso, consta que o que se lia para as crianças na Idade Média eram os manuscritos para formação religiosa e as histórias da vida dos santos. Geralmente, preceitos de vida vinham inseridos nas narrativas das fábulas, como nas “Fábulas de Esopo”, que falam do cotidiano, onde os animais têm características dos homens e, satirizando o comportamento destes, transmitem verdades sobre a natureza humana.
2 de Abril Dia Mundial da Conscientização do Autismo
Todo 2 de abril comemora-se o Dia Mundial da Conscientização do Autismo,
data decretada pela ONU (Organização das Nações Unidas), desde 2008,
pedindo mais atenção ao transtorno do espectro autista (nome "oficial"
do autismo), cuja incidência em crianças é mais comum e maior do que a
soma dos casos de AIDS, câncer e diabetes juntos. No Brasil estima-se
que tenhamos 2 milhões de autistas, mais da metada ainda sem
diagnóstico.
Salmos do Dia.
"Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança e não pende para os arrogantes, nem para os afeiçoados à mentira. São muitas, Senhor, Deus meu, as maravilhas que tens operado e também os teus desígnios para conosco; ninguém há que se possa igualar contigo. Eu quisera anunciá-los e deles falar, mas são mais do que se pode contar." Salmos 40:4-5.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Dia da Abolição da Escravidão dos Índios
Durante todo o século XVI e início do XVII os portugueses consideravam a
mão-de-obra indígena indispensável aos negócios açucareiros, a Coroa portuguesa ficava dividida considerando os indígenas
como súditos, era legal e moralmente inaceitável escravizá-los. Mas a
realidade ditava-lhe essa necessidade.
Como no Brasil havia grande possibilidade de utilizar o indígena
como mão-de-obra, e os senhores de engenho não dispunham de recursos
suficientes para importar africanos, a melhor opção era mesmo usá-la.
Assim, a Coroa portuguesa, apesar de ter começado a criar em
1570, uma legislação para proibir a escravização indígena, deixou
suficientes brechas na lei para não extingui-la de vez, o que afetaria a
produção açucareira e, conseqüentemente, reduziria seus lucros.
O período de 1540 até 1570 marcou o apogeu da escravidão indígena
nos engenhos brasileiros, especialmente naqueles localizados em
Pernambuco e na Bahia. Nessas capitanias os colonos conseguiam escravos
índios roubando-os de tribos que os tinham aprisionado em suas guerras
e, também, atacando as próprias tribos aliadas. Essas incursões às
tribos, conhecidas como "saltos", foram consideradas ilegais, tanto
pelos jesuítas como pela Coroa. Mas o interesse econômico falou mais
alto e, dessa forma, fazia-se vista grossa às investidas.
Os jesuítas pressionaram a Coroa e conseguiram que os senhores
dessem folga aos índios aos domingos, com o objetivo de que assistissem à
missa, mas esgotados pelo ritmo de trabalho, eles preferiam descansar
ou ir caçar e pescar, como forma de suplementar sua alimentação. Muitos
senhores não atenderam a essa determinação régia e os índios continuaram
trabalhando aos domingos e dias santos. Tentando resolver essa situação, os jesuítas intensificaram as
ações contra a escravidão, promovendo intenso programa de catequização
nos pequenos povoados e aldeias da região.
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